Coluna publicada na edição impressa de 05-08-13
DR. MILTON
Na última semana Limeira ficou mais triste com o falecimento do dr.
Milton Pereira de Almeida, com o qual tive o privilégio de me encontrar
semanalmente nos últimos 20 anos. Toda sexta-feira, ele comparecia à
redação da Gazeta para trazer sua coluna “Os 13 pontos da semana”, na
qual fazia comentários sobre os principais assuntos de destaque na
semana e foi publicada por décadas neste jornal, sempre aos domingos.
SAUDADES
O dr. Milton era uma pessoa muito inteligente, que atuou em várias
frentes, foi educador, advogado, colaborou com o Rotary, na Jari e foi
um dos principais nomes do rádio limeirense. Atuou como comentarista
esportivo por muito tempo, numa época em que tudo era mais difícil do
que hoje. Chegou a narrar jogos de basquete do Nosso Clube, mostrando o
seu comprometimento com o esporte limeirense. Já deixa saudades em todos
aqueles que o conheceram.
SINALIZAÇÃO
A falta de sinalização em diversos pontos da cidade tem deixado muitos
motoristas irritados e, inclusive, causado acidentes em vários
cruzamentos. O Departamento de Trânsito precisa, urgentemente, resolver
esse problema, principalmente a sinalização de solo, que está muito
apagada, para evitar que algumas famílias tenham que lamentar a perda de
um parente ou mesmo as sequelas que um acidente grave pode causar.
ABASTECIMENTO
O problema verificado na última semana, quando houve o rompimento de
uma tubulação de água que causou desabastecimento em vários bairros da
cidade mostra o transtorno que isso pode causar. Milhares de pessoas,
principalmente aquelas que não possuem a caixa-d´água em casa, ficaram
sem água para beber, cozinhar e tomar banho.
RECLAMAÇÕES
Muitas delas ligaram para a redação da Gazeta e reclamaram da situação.
Um homem disse que chegou do serviço no começo da noite e encontrou a
esposa e os filhos com sede. Ele disse que teve que comprar água
mineral. Uma outra mulher afirmou que comprou marmitas, pois não tinha
água para cozinhar. Isso mostra como somos dependentes dos serviços das
concessionárias, sejam elas de água, luz ou telefonia.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Enfoque - 29-07-13
Coluna publicada na edição impressa de 29-07-13
PAPA
Na última semana disse que esperava que a passagem do papa Francisco
pelo Brasil transcorresse na mais absoluta paz. Isso ocorreu, mas a
humildade e o carisma do pontífice foram tão grandes que ele conquistou o
coração da população, pois mostrou que realmente é uma pessoa
iluminada, sempre com um sorriso fraterno nos lábios.
CRIANÇAS
Tratou a todos que cruzaram o seu caminho com muito respeito e
igualdade, dando atenção especial às crianças, que fez questão de
carregar e beijar. Não se esqueceu dos idosos e pediu sempre para que
rezem por ele, uma mostra bem clara de que é humilde e precisa de ajuda
para dar sequência a sua jornada de levar a palavra de Deus para milhões
de pessoas.
ESTRUTURA
Se a passagem do papa pelo País foi excelente no aspecto espiritual, o
mesmo não se pode dizer a falta de estrutura e planejamento dos governos
estadual e municipal do Rio de Janeiro. Os peregrinos que foram se
encontrar com o papa tiveram muita dificuldade com alojamento,
alimentação e, principalmente, transporte público. Fica para os
governantes uma amostra do que precisa ser feito para a Copa do Mundo no
próximo ano e para as Olimpíadas, em 2016.
POLICIAMENTO
A Polícia Militar colocou viaturas em frente ao antigo Bingo do Trevo
no final de semana. Abandonado, o local estava sendo utilizado por
jovens para o consumo de drogas e gerou muitas reclamações de moradores
daquela região e de usuários do Parque da Cidade, que presenciavam todo
tipo de situação degradante envolvendo dependentes químicos.
NEFASTA
Foi muito infeliz a declaração da vereadora Érica Monteiro (PT) sobre a
imprensa limeirense, numa reunião de partidos no dia 20. Ela disse que
era preciso fazer algo para combater a imprensa “nefasta”, generalizando
profissionais que honram seu trabalho com outros que merecem críticas.
Ela deveria explicar melhor essas críticas para não colocar todos no
mesmo barco.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Enfoque - 22-07-13
Coluna publicada na edição impressa de 22-07-13
SUBSÍDIO
A aprovação do
subsídio para as empresas de transporte coletivo por parte dos vereadores na
última semana, mostrou a força da bancada do prefeito Paulo Hadich (PSB) na
Câmara. Mas essa decisão, na minha modesta opinião, foi errada. A Prefeitura
vai pagar para que o valor da tarifa seja reduzido um pouco para os usuários,
mas isso só poderia ocorrer depois de haver mudanças que refletissem num
serviço de melhor qualidade.
TRANQUILIDADE
Simplesmente dar
dinheiro para as concessionárias evitarem o aumento na tarifa é garantir a elas
uma tranquilidade financeira que qualquer empresa gostaria de ter para investir
em melhorias para seus clientes. Mas a maioria faz esses investimentos para
depois aumentar sua clientela. No caso das empresas de transporte coletivo os
clientes são fixos, pois grande parte da população se utiliza do transporte
público.
RAPIDEZ
Outro fato que causou
estranheza nesse processo foi a rapidez com que o Executivo imprimiu para
apresentar e fazer passar na Câmara esse projeto do subsídio para as
concessionárias do transporte público. Em um dia foi feita uma audiência
pública rápida, que durou menos de três horas, onde os vereadores
(principalmente os da oposição) não puderam fazer perguntas. No dia seguinte, o
projeto já estava no Legislativo, para, na sessão seguinte, estar na pauta de
votação.
DISCUSSÃO
Isso sem contar o
regime de urgência especial que foi pedido para que tudo fosse feito na maior
agilidade possível. Por que não discutir mais esse assunto tão importante, que
vai representar gastos aos cofres públicos e que, de uma forma ou de outra,
serão retirados de outros setores? Isso tudo causa indignação em parte da
população, que esperava que o atual governo fosse diferente dos anteriores.
PAPA
O papa Francisco
chega hoje ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude. Espero que a passagem
do pontífice no País transcorra na mais absoluta paz, pois essa é a principal
mensagem que ele procura levar para os católicos de todo o mundo. Tomara que as
pessoas intransigentes não causem transtornos nesse momento tão especial, que reunirá
cerca de 5 milhões de fiéis, incluindo milhares que vêm de outros países ao Brasil.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Enfoque - 15-07-13
Coluna publicada na edição impressa de 15-07-13
MOINHO
Um absurdo o abandono em que se encontra o moinho inaugurado há dez meses, como mostrou matéria da jornalista Cintia Ferreira, no sábado, na Gazeta. O obra consumiu R$ 1,4 milhão aos cofres públicos e foi feita num terreno particular, que só passará para o Município após aprovação de três loteamentos naquele local. Enquanto isso, os vândalos fazem a festa e nem segurança pode ser colocada lá por não ser área pública.
EXEMPLO
Essa obra serve como uma lição de como investir errado o dinheiro público. Com tantas prioridades em Limeira, a antiga administração preferiu gastar mais de R$ 1 milhão em algo que hoje serve de piada, pois a população nem pode entrar, pois está em um local particular. Só entra quem quer destruir. Que isso pelo menos sirva de exemplo para que outras obras mirabolantes como esta nunca mais sejam feitas em nossa cidade.
SAMSUNG
A notícia de que a Samsung confirmou que vai se instalar em Limeira, mesmo sem uma data para o início das obras, é muito boa. Havia muita gente pessimista falando que a empresa tinha desistido de instalar uma fábrica na cidade. Segundo a direção da empresa coreana, a construção só não começou devido à instabilidade do governo em relação ao setor.
SUBSÍDIO
Promete ser quente hoje a última sessão ordinária da Câmara antes do recesso, que vai discutir o subsídio que a Prefeitura pretende dar às empresas do transporte público. Não vão faltar manifestantes para cobrar os vereadores sobre esse assunto. A maioria é contra por entender que os serviços prestados em Limeira não atendem ao mínimo de conforto que merecem os usuários.
BAIXA QUALIDADE
Acredito que antes de discutir qualquer subsídio, as empresas precisariam melhorar e muito o serviço oferecido, que não tem qualidade. Os ônibus são velhos, estão sempre atrasados, faltam abrigos e os usuários enfrentam sol e chuva. Portanto, sem essas melhorias, não se pode dar subsídio para as concessionárias.
José Antonio Encinas
MOINHO
Um absurdo o abandono em que se encontra o moinho inaugurado há dez meses, como mostrou matéria da jornalista Cintia Ferreira, no sábado, na Gazeta. O obra consumiu R$ 1,4 milhão aos cofres públicos e foi feita num terreno particular, que só passará para o Município após aprovação de três loteamentos naquele local. Enquanto isso, os vândalos fazem a festa e nem segurança pode ser colocada lá por não ser área pública.
EXEMPLO
Essa obra serve como uma lição de como investir errado o dinheiro público. Com tantas prioridades em Limeira, a antiga administração preferiu gastar mais de R$ 1 milhão em algo que hoje serve de piada, pois a população nem pode entrar, pois está em um local particular. Só entra quem quer destruir. Que isso pelo menos sirva de exemplo para que outras obras mirabolantes como esta nunca mais sejam feitas em nossa cidade.
SAMSUNG
A notícia de que a Samsung confirmou que vai se instalar em Limeira, mesmo sem uma data para o início das obras, é muito boa. Havia muita gente pessimista falando que a empresa tinha desistido de instalar uma fábrica na cidade. Segundo a direção da empresa coreana, a construção só não começou devido à instabilidade do governo em relação ao setor.
SUBSÍDIO
Promete ser quente hoje a última sessão ordinária da Câmara antes do recesso, que vai discutir o subsídio que a Prefeitura pretende dar às empresas do transporte público. Não vão faltar manifestantes para cobrar os vereadores sobre esse assunto. A maioria é contra por entender que os serviços prestados em Limeira não atendem ao mínimo de conforto que merecem os usuários.
BAIXA QUALIDADE
Acredito que antes de discutir qualquer subsídio, as empresas precisariam melhorar e muito o serviço oferecido, que não tem qualidade. Os ônibus são velhos, estão sempre atrasados, faltam abrigos e os usuários enfrentam sol e chuva. Portanto, sem essas melhorias, não se pode dar subsídio para as concessionárias.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Enfoque - 08-07-13
Coluna publicada na edição impressa de 08-07-13
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RODOVIAS
A onda de protestos pelo País continua e os que mais chamaram a atenção
na última semana foram aqueles que paralisaram muitas rodovias,
principalmente no Estado de São Paulo, causando transtornos para
milhares de pessoas. Isso sem contar os atos de vandalismo e depredação
de veículos e até praças de pedágio, como ocorreu em Cosmópolis.
MORTES
As paralisações também causaram inúmeros acidentes nas estradas.
Portanto, esse tipo de manifestação é muito perigoso, pois põe em risco a
vida de muitas pessoas. Não contesto o direito dos manifestantes de
protestar, mas ao parar uma rodovia, sem que nenhum motorista esteja
sabendo, a possibilidade de acontecer acidentes graves é enorme.
Portanto, os sindicatos dos caminhoneiros deveriam avaliar bem qualquer
tipo de paralisação, para evitar mortes de inocentes, como vimos em
várias cidades nos últimos dias.
AUDIÊNCIA
A audiência pública do transporte público, realizada na última
quinta-feira, foi muito útil para que as pessoas pudessem dar sua
opinião sobre os problemas que enfrentam no dia a dia. E olha que foi a
primeira vez que isso aconteceu na história da cidade para discutir um
tema tão importante como este. E também serviu para a Administração
Pública explicar as melhorias que vai precisar exigir das empresas
concessionárias nos próximos meses.
FISCALIZAÇÃO
Além de exigir, a Prefeitura terá que ampliar e muito a fiscalização,
para que tudo que está sendo prometido agora seja realmente colocado em
prática. O que ainda vai causar muita discussão é o subsídio para as
empresas que o Executivo apresentou aos vereadores, para que a tarifa
possa ser reduzida a R$ 2,75.
IRRITAÇÃO
Tem vereador que está irritado com essa atitude, pois a redução ou não
da tarifa passou a ficar sob a responsabilidade dos parlamentares. O
problema foi “empurrado” para o Legislativo resolver e qualquer decisão
não vai agradar à maioria da população. Na quarta-feira, o assunto
voltará a ser discutido na sessão ordinária da Câmara.
José Antonio Encinas
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
Enfoque - 01-07-13
Coluna publicada na edição impressa de 01-07-13
VIAGEM
Imagine uma pessoa que resolveu tirar um mês de férias no exterior ou
em algum lugar bem afastado onde ficou descansando sem receber nenhuma
notícia do País nos últimos trinta dias, só espairecendo. Esse mesmo
cidadão retorna de viagem e, assim que chega, fica sabendo que ocorreram
“algumas mudanças” no Brasil.
MUDANÇAS
Aí ele pergunta: o que mudou? Seu interlocutor pede para ele sentar e
começa a contar: “a população foi às ruas para reclamar da precariedade
dos serviços públicos, do péssimo transporte público, da falta de
segurança, da falta de médicos e remédios, da corrupção e da morosidade
no trabalho dos políticos, enfim, as pessoas reclamaram de quase tudo.
Algumas manifestações foram violentas, mas a maioria foi pacífica”.
INCRÉDULO
O viajante então diz: “mas protestar não quer dizer que eles vão
conseguir mudar alguma coisa”. E o amigo comenta: “só que os políticos
ficaram com muito medo. A tarifa de ônibus foi reduzida na maioria das
cidades, o pedágio não terá aumento neste ano, a presidente está falando
em referendo, em plebiscito para poder fazer emendas na Constituição.
Os deputados, em menos de um dia, rejeitaram a PEC 37, que iria tirar o
poder de investigação do Ministério Público e estão desenterrando
projetos que estavam parados há vários anos, tudo para favorecer a
população”.
PRISÃO
Surpreso, o viajante afirma: “Isso é verdade mesmo?”. O amigo completa:
“É sim, teve até um deputado federal de Rondônia que foi preso por
desviar dinheiro da Assembleia Legislativa do seu estado. Foi o primeiro
deputado na história do Congresso a ser preso durante um mandato”.
“Poxa vida. Parece que o Brasil acordou mesmo!”, exclamou o viajante, ao
saber também que a popularidade da presidente Dilma despencou de 57%
para 33% em apenas três semanas. “Tudo isso ocorreu em tão pouco tempo e
eu não estava aqui para ver”, reclamou.
MARCO
Definitivamente o mês de junho de 2013 já entrou para a história do
País. As manifestações realizadas até agora se transformaram num marco
das mudanças que ainda precisam ser feitas, que não são poucas. E pelo
jeito, o povo aprendeu que pode buscar seus direitos cobrando mais
agilidade e transparência de seus políticos. Cabe a eles agora maior
criatividade na condução do poder e na melhoria dos serviços públicos,
em qualquer esfera.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Enfoque - 24-06-13
Coluna publicada na edição impressa de 23-06-13
EXEMPLO
Os manifestantes que percorreram as ruas de Limeira na última quinta-feira deram um bom exemplo de como se deve protestar. Contando com muitos estudantes, principalmente universitários da Unicamp, eles mostraram a insatisfação do povo brasileiro com o transporte coletivo, com a falta de investimento em saúde e educação, e aproveitaram para cobrar mais ação do governo Paulo Hadich em Limeira.
CARTAZES
Com muitos cartazes criativos, os manifestantes souberam levar o recado para todas as pessoas que viram os integrantes caminhando pelas ruas de Limeira. Eles saíram do terminal urbano, foram até a Prefeitura e depois seguiram para conversar com os vereadores na Câmara Municipal. Como mostravam algumas cartolinas exibidas pelos jovens: o povo acordou.
POLÍTICOS
E os políticos sentiram a força dos manifestantes em todo o Brasil. Em uma semana, a maioria dos prefeitos das capitais e de dezenas de outras cidades decidiram não aumentar o valor das tarifas do transporte coletivo. Alguns até reduziram o valor, o que mostra que em várias situações as concessionárias recebem valores elevados por esse serviço.
LIMEIRA
Em Limeira, acredito que o valor cobrado atualmente é muito elevado e as empresas ainda pediram reajuste para a Prefeitura. Se em São Paulo a tarifa é de R$ 3 e os ônibus rodam dezenas de quilômetros para chegar ao destino dos usuários, aqui no Município, em muitas linhas, a quantidade de quilômetros não é tão grande assim e R$ 2,85 já são muito. Será que o valor não poderia ser menor, sem subsídio do Executivo, como deve ocorrer após o projeto enviado à Câmara pelo prefeito?
EXAGERO
O fechamento de rodovias na sexta-feira, em vários pontos do Estado, por parte dos manifestantes, foi um ato exagerado. Esse tipo de atitude não acrescenta em nada, só causa transtornos para milhares de pessoas que ficam horas trancadas em seus carros e sujeitas a arrastões, como ocorreu em alguns locais. Os protestos sem violência são aqueles que dão melhor resultado.
José Antonio Encinas
EXEMPLO
Os manifestantes que percorreram as ruas de Limeira na última quinta-feira deram um bom exemplo de como se deve protestar. Contando com muitos estudantes, principalmente universitários da Unicamp, eles mostraram a insatisfação do povo brasileiro com o transporte coletivo, com a falta de investimento em saúde e educação, e aproveitaram para cobrar mais ação do governo Paulo Hadich em Limeira.
CARTAZES
Com muitos cartazes criativos, os manifestantes souberam levar o recado para todas as pessoas que viram os integrantes caminhando pelas ruas de Limeira. Eles saíram do terminal urbano, foram até a Prefeitura e depois seguiram para conversar com os vereadores na Câmara Municipal. Como mostravam algumas cartolinas exibidas pelos jovens: o povo acordou.
POLÍTICOS
E os políticos sentiram a força dos manifestantes em todo o Brasil. Em uma semana, a maioria dos prefeitos das capitais e de dezenas de outras cidades decidiram não aumentar o valor das tarifas do transporte coletivo. Alguns até reduziram o valor, o que mostra que em várias situações as concessionárias recebem valores elevados por esse serviço.
LIMEIRA
Em Limeira, acredito que o valor cobrado atualmente é muito elevado e as empresas ainda pediram reajuste para a Prefeitura. Se em São Paulo a tarifa é de R$ 3 e os ônibus rodam dezenas de quilômetros para chegar ao destino dos usuários, aqui no Município, em muitas linhas, a quantidade de quilômetros não é tão grande assim e R$ 2,85 já são muito. Será que o valor não poderia ser menor, sem subsídio do Executivo, como deve ocorrer após o projeto enviado à Câmara pelo prefeito?
EXAGERO
O fechamento de rodovias na sexta-feira, em vários pontos do Estado, por parte dos manifestantes, foi um ato exagerado. Esse tipo de atitude não acrescenta em nada, só causa transtornos para milhares de pessoas que ficam horas trancadas em seus carros e sujeitas a arrastões, como ocorreu em alguns locais. Os protestos sem violência são aqueles que dão melhor resultado.
José Antonio Encinas
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