Coluna pubicada na edição impressa de 21-03-11
FARMÁCIA POPULAR
A falta de remédios nas farmácias populares está prejudicando muitas pessoas em Limeira e em todo o País. No governo Lula isso não acontecia ou, quando ocorria, era em menor escala. Mas neste ano o governo federal decidiu distribuir gratuitamente os medicamentos para hipertensão e diabetes, mas não está conseguindo atender à demanda.
FARMÁCIA POPULAR II
Não adianta tornar os remédios gratuitos e não disponibilizá-los a quem precisa. Acredito que as pessoas preferiam pagar barato, como ocorria até o começo deste ano e ter a certeza de que encontrariam o medicamento. Agora é de graça, mas dificilmente é disponibilizado para a população que não tem condições de pagar os elevados preços cobrados pelos laboratórios.
MOTORISTAS
Na última semana a coluna trouxe a opinião do leitor Marco Antonio Passos, que viaja toda semana para várias cidades da região e afirma que parte dos motoristas de Limeira não está devidamente preparada para o trânsito do Município, cada vez mais confuso. Ele inclusive chegou a dizer que as autoescolas e seus instrutores poderiam ser melhor preparados para tentar corrigir parte dessas falhas cometidas pelos condutores em Limeira.
AUTOESCOLAS
Alguns instrutores de autoescolas não gostaram muito dessa observação e, em nome deles, o instrutor Luiz Carlos dos Anjos, que atua na profissão há 25 anos, entrou em contato com a coluna. Luiz Carlos entende que o trabalho dos instrutores é orientar e preparar as pessoas para o exame de habilitação e para conduzir os veículos. “No exame, se o candidato à CNH não obedecer a sinalização ele é reprovado. Em Limeira, mais de 60% das pessoas que passam pelo exame são reprovadas”, explicou.
AUTOESCOLAS II
Luiz Carlos também afirmou que muitos dos candidatos à CNH se preparam bem, passam pelo exame, mas depois de aprovados, simplesmente esquecem tudo o que aprenderam e dirigem ignorando a legislação de trânsito. “Isso não é culpa dos instrutores. Nós não fiscalizamos o trânsito, apenas preparamos as pessoas para passar pelo exame”, esclareceu.
AUTOESCOLAS III
O instrutor disse que também observa muitos abusos ao volante, principalmente nos fins de semana, quando alguns motoristas consomem bebidas alcoólicas. Ele alertou para outro problema que causa confusão no trânsito. Segundo Luiz Carlos, a cidade não foi projetada para receber tantos veículos e hoje tem uma das maiores frotas do Estado, que cresce diariamente.
ASFALTO
A Prefeitura voltou a fazer um bom trabalho de pavimentação em vias de grande movimento. Depois da Avenida Maestro Xixirri, ao lado do Pradão, na última semana também receberam nova camada asfáltica as ruas Ceará e Presidente Prudente. Esse trabalho precisa ser constante e beneficiar as vias que estão esburacadas ou com o asfalto muito antigo e ondulado. O tapa-buraco só deveria ser feito em último caso.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 21 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Coluna publicada na edição impressa do dia 14-03-11
MOTORISTAS
Vários leitores estão encaminhando críticas ao comportamento dos motoristas de Limeira para a coluna. Na última semana, Marco Antonio Passos, que trabalha como representante comercial e viaja para várias cidades da região fez um comentário interessante sobre os motoristas limeirenses, em comparação aos de outros municípios.
DIFERENÇA
Marco visita mensalmente além de Limeira mais 12 cidades e quando volta para cá sente imediatamente a diferença na habilidade e a falta de educação de parte dos motoristas da nossa cidade. “Quando estou seguindo por uma preferencial e um veículo aponta na esquina, o motorista vê que você está se aproximando e entra na frente sem hesitar. Para evitar uma colisão traseira, temos que diminuir bruscamente a velocidade”, relatou.
EXEMPLO
“Um exemplo disso ocorreu recentemente na avenida Campinas, quando um Gol vermelho subiu no canteiro central para não colidir com outro Gol de cor verde que entrou em sua frente sem seguir a sinalização. Resultado: prejuízo para o condutor Gol vermelho que teve o pneu cortado na guia e o outro condutor seguiu seu caminho e talvez não tenha percebido o estrago que fez, que poderia ter sido ainda pior”, explicou o leitor, acrescentando que “isto é comum em todos os pontos onde há este tipo de cruzamento e em vias de maior movimento, mas em outras cidades não acontece”.
AUTOESCOLAS
Para Marco Antonio, além dos possíveis culpados pelos fatos citados na coluna, as autoescolas e seus instrutores, poderiam ser melhores preparados para tentar corrigir parte destas situações que são frequentes em Limeira e não em outras cidades. “Isto deveria acontecer já, para que as próximas gerações de motoristas possam melhorar sua postura e habilidade ao volante e consequentemente diminuir o índice de acidente na cidade”, opinou ele, que é nascido e criado em Limeira.
MÁ FAMA
O leitor afirma que gosta muito da sua cidade e por isso vive aqui há 42 anos, mas quando recebe visitas de parentes e colegas de trabalho de outros municípios, unanimemente os comentários são negativos em relação ao comportamento dos condutores daqui. “Não estou generalizando, mas é a grande maioria”, garante ele. Acredito que existem mesmo muitos condutores que são egoístas, não enxergam o trânsito como coletivo e por isso agem desta maneira, pensando apenas neles, na pressa que têm para chegar a algum lugar, sem se importar com que está no outro veículo.
DENGUE
O aumento no número de casos de dengue em Limeira é preocupante, pois estamos em uma época de muitas chuvas. Com isso, também cresce a quantidade de criadouros do mosquito transmissor, pois como vemos com freqüência nas páginas da Gazeta e em diversos bairros da cidade, muitas pessoas jogam lixo e entulho em terrenos baldios. Portanto, para que não tenhamos novamente uma epidemia dessa doença, cada um de nós deve se preocupar com esse assunto e fazer a sua parte, cuidando da sua casa e orientando vizinhos e amigos.
José Antonio Encinas
MOTORISTAS
Vários leitores estão encaminhando críticas ao comportamento dos motoristas de Limeira para a coluna. Na última semana, Marco Antonio Passos, que trabalha como representante comercial e viaja para várias cidades da região fez um comentário interessante sobre os motoristas limeirenses, em comparação aos de outros municípios.
DIFERENÇA
Marco visita mensalmente além de Limeira mais 12 cidades e quando volta para cá sente imediatamente a diferença na habilidade e a falta de educação de parte dos motoristas da nossa cidade. “Quando estou seguindo por uma preferencial e um veículo aponta na esquina, o motorista vê que você está se aproximando e entra na frente sem hesitar. Para evitar uma colisão traseira, temos que diminuir bruscamente a velocidade”, relatou.
EXEMPLO
“Um exemplo disso ocorreu recentemente na avenida Campinas, quando um Gol vermelho subiu no canteiro central para não colidir com outro Gol de cor verde que entrou em sua frente sem seguir a sinalização. Resultado: prejuízo para o condutor Gol vermelho que teve o pneu cortado na guia e o outro condutor seguiu seu caminho e talvez não tenha percebido o estrago que fez, que poderia ter sido ainda pior”, explicou o leitor, acrescentando que “isto é comum em todos os pontos onde há este tipo de cruzamento e em vias de maior movimento, mas em outras cidades não acontece”.
AUTOESCOLAS
Para Marco Antonio, além dos possíveis culpados pelos fatos citados na coluna, as autoescolas e seus instrutores, poderiam ser melhores preparados para tentar corrigir parte destas situações que são frequentes em Limeira e não em outras cidades. “Isto deveria acontecer já, para que as próximas gerações de motoristas possam melhorar sua postura e habilidade ao volante e consequentemente diminuir o índice de acidente na cidade”, opinou ele, que é nascido e criado em Limeira.
MÁ FAMA
O leitor afirma que gosta muito da sua cidade e por isso vive aqui há 42 anos, mas quando recebe visitas de parentes e colegas de trabalho de outros municípios, unanimemente os comentários são negativos em relação ao comportamento dos condutores daqui. “Não estou generalizando, mas é a grande maioria”, garante ele. Acredito que existem mesmo muitos condutores que são egoístas, não enxergam o trânsito como coletivo e por isso agem desta maneira, pensando apenas neles, na pressa que têm para chegar a algum lugar, sem se importar com que está no outro veículo.
DENGUE
O aumento no número de casos de dengue em Limeira é preocupante, pois estamos em uma época de muitas chuvas. Com isso, também cresce a quantidade de criadouros do mosquito transmissor, pois como vemos com freqüência nas páginas da Gazeta e em diversos bairros da cidade, muitas pessoas jogam lixo e entulho em terrenos baldios. Portanto, para que não tenhamos novamente uma epidemia dessa doença, cada um de nós deve se preocupar com esse assunto e fazer a sua parte, cuidando da sua casa e orientando vizinhos e amigos.
José Antonio Encinas
terça-feira, 8 de março de 2011
Coluna publicada na edição impressa do dia 06-03-11
CADÊ AS LIXEIRAS?
Uma leitora da coluna enviou e-mail solicitando das autoridades a instalação de mais lixeiras na cidade, principalmente na praça da igreja São Benedito. Segundo ela, as lixeiras foram queimadas há dois anos e até hoje não foram substituídas. A leitora alegou que já buscou auxílio na Secretaria do Meio Ambiente, onde pediram para que ela entrasse em contato com a Secretaria de Obras. Lá foi informada que o funcionário responsável está em férias, e nada foi feito.
VANDALISMO
Todos sabemos que as lixeiras são alvos constantes dos vândalos, mas a Prefeitura precisa, urgentemente, instalar novos recipientes para que a população possa jogar o lixo. É cada vez menor a quantidade de lixeiras pela cidade. Com isso, as pessoas se “acostumam” a jogar produtos descartáveis ao chão, o que é totalmente errado.
TRÂNSITO
Na última semana abordei a falta de colaboração de muitos motoristas de Limeira que insistem em trafegar no meio da rua, impossibilitando um melhor fluxo do trânsito. O leitor Leandro Salvagnane Correia entrou em contato com a coluna e citou algumas ruas onde isso é mais frequente.
EXEMPLOS
Isso acontece na rua Tiradentes (trecho acima da praça do Museu até o fim, no shopping, onde nem mesmo os condutores dos carros que vão entrar no centro de compras sabem ficar só na faixa da direita); Barão de Cascalho (trecho que se inicia já na saída do pontilhão da Boa Vista) e Av. Campinas (ambos os sentidos), onde há marcação de linha tracejada no chão dividindo duas faixas e os motoristas simplesmente ignoram.
MAIS UM EXEMPLO
Até na entrada do novo Covabra, pela rua Presidente Prudente, mesmo com o solo demarcado com aqueles “olhos de gato” sinalizando que quem vai entrar no mercado deve ficar à esquerda, há motorista que deixa para reduzir e fazer a curva no último segundo, atrapalhando o fluxo dos carros que estão subindo a Presidente Prudente, principalmente os que vão adentrar a rua João Guilherme.
CULPA
De acordo com o leitor, o problema do trânsito tem sua parcela de culpa em todos os setores que o influenciam: administração (engenharia de tráfego), fiscalização, motoristas, motociclistas e pedestres, mas o único que pode unilateralmente agir para a melhoria na situação é a fiscalização.
FISCALIZAÇÃO
E todos sabemos que os fiscais de trânsito sumiram, não se vê mais uma multa em quem estaciona em frente de garagens, motos nas vagas de carros e vice-versa e em carros que param em avenidas movimentadas para pegar ou deixar passageiros. Só temos cobrança de área azul e radares, o que dá um retorno financeiro imediato. Laranjinhas para orientar e ajudar os motoristas a serem mais cidadãos, não há mais.
José Antonio Encinas
CADÊ AS LIXEIRAS?
Uma leitora da coluna enviou e-mail solicitando das autoridades a instalação de mais lixeiras na cidade, principalmente na praça da igreja São Benedito. Segundo ela, as lixeiras foram queimadas há dois anos e até hoje não foram substituídas. A leitora alegou que já buscou auxílio na Secretaria do Meio Ambiente, onde pediram para que ela entrasse em contato com a Secretaria de Obras. Lá foi informada que o funcionário responsável está em férias, e nada foi feito.
VANDALISMO
Todos sabemos que as lixeiras são alvos constantes dos vândalos, mas a Prefeitura precisa, urgentemente, instalar novos recipientes para que a população possa jogar o lixo. É cada vez menor a quantidade de lixeiras pela cidade. Com isso, as pessoas se “acostumam” a jogar produtos descartáveis ao chão, o que é totalmente errado.
TRÂNSITO
Na última semana abordei a falta de colaboração de muitos motoristas de Limeira que insistem em trafegar no meio da rua, impossibilitando um melhor fluxo do trânsito. O leitor Leandro Salvagnane Correia entrou em contato com a coluna e citou algumas ruas onde isso é mais frequente.
EXEMPLOS
Isso acontece na rua Tiradentes (trecho acima da praça do Museu até o fim, no shopping, onde nem mesmo os condutores dos carros que vão entrar no centro de compras sabem ficar só na faixa da direita); Barão de Cascalho (trecho que se inicia já na saída do pontilhão da Boa Vista) e Av. Campinas (ambos os sentidos), onde há marcação de linha tracejada no chão dividindo duas faixas e os motoristas simplesmente ignoram.
MAIS UM EXEMPLO
Até na entrada do novo Covabra, pela rua Presidente Prudente, mesmo com o solo demarcado com aqueles “olhos de gato” sinalizando que quem vai entrar no mercado deve ficar à esquerda, há motorista que deixa para reduzir e fazer a curva no último segundo, atrapalhando o fluxo dos carros que estão subindo a Presidente Prudente, principalmente os que vão adentrar a rua João Guilherme.
CULPA
De acordo com o leitor, o problema do trânsito tem sua parcela de culpa em todos os setores que o influenciam: administração (engenharia de tráfego), fiscalização, motoristas, motociclistas e pedestres, mas o único que pode unilateralmente agir para a melhoria na situação é a fiscalização.
FISCALIZAÇÃO
E todos sabemos que os fiscais de trânsito sumiram, não se vê mais uma multa em quem estaciona em frente de garagens, motos nas vagas de carros e vice-versa e em carros que param em avenidas movimentadas para pegar ou deixar passageiros. Só temos cobrança de área azul e radares, o que dá um retorno financeiro imediato. Laranjinhas para orientar e ajudar os motoristas a serem mais cidadãos, não há mais.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Coluna publicada na edição impressa do dia 28-02-11
SHOPPING
Diante da quantidade de irregularidades apontadas nos laudos dos bombeiros em relação ao Shopping Pátio, achei que a atitude do Ministério Público foi acertada, o mesmo ocorrendo com a Justiça local, que determinou a lacração do empreendimento na última terça-feira.
SHOPPING II
O risco de algum acidente, segundo os bombeiros, é grande, pela falta de corrimões, extintores vencidos, entre outros itens em desacordo com o que determina a legislação. Portanto, a decisão foi correta. Mas o empreendimento recorreu e ganhou do Tribunal de Justiça 17 dias para colocar a casa em ordem.
SHOPPING III
Esperamos que essas obras emergenciais sejam feitas nesse período, para deixar os frequentadores mais seguros. Após o prazo dado pelo TJ, nova vistoria será feita, para avaliar as condições de segurança. Acredito que a direção do shopping vai se empenhar para atender a solicitação judicial e corrigir todas as falhas apontadas até o prazo estipulado. Pelo menos é isso que se espera.
OBRAS PARADAS
Na última coluna abordei a situação das obras paradas em Limeira. Mencionei a revitalização da praça do Museu, paralisada há cinco meses e as obras do terminal rodoviário, que não tiveram sequência neste ano. No sábado, a Gazeta trouxe matéria sobre a duplicação do anel viário, no trecho entre os bairros Granja Machado e Jardim Anavec, que também está parada há mais de dois meses.
OBRAS PARADAS II
O curioso é que até outubro do ano passado, quando ocorreram as eleições, todas as obras estavam em ritmo acelerado. Mas foi só terminar o processo eleitoral que tudo ficou paralisado. E nenhuma justificativa plausível é dada para a população. Fala-se em burocracia, mudança de governo, mas a arrecadação de impostos na cidade é cada vez maior e, além disso, as obras do anel viário têm repasse de R$ 6,8 milhões do governo estadual.
TRÂNSITO
O trânsito de Limeira está ficando muito complicado, principalmente na região central. Mas o que ocorre é a falta de colaboração de muitos motoristas, que não têm a menor consciência do transtorno que causam aos demais quando estão dirigindo pelas ruas centrais. Eles trafegam no meio da rua impedem a formação de filas duplas de carros, o que ocasionaria uma maior fluidez no trafego. Será que é tão difícil perceber que ao conduzir o carro no meio da rua você impede que o fluxo seja melhor? Tem muita gente que não observa isso.
ESPAÇO
É importante lembrar que a coluna Enfoque é um espaço aberto aos leitores que desejam fazer críticas e comentários sobre assuntos que envolvem a comunidade. As mensagens podem ser encaminhadas pelo e-mail encinas@gazetadelimeira.com.br.
José Antonio Encinas
SHOPPING
Diante da quantidade de irregularidades apontadas nos laudos dos bombeiros em relação ao Shopping Pátio, achei que a atitude do Ministério Público foi acertada, o mesmo ocorrendo com a Justiça local, que determinou a lacração do empreendimento na última terça-feira.
SHOPPING II
O risco de algum acidente, segundo os bombeiros, é grande, pela falta de corrimões, extintores vencidos, entre outros itens em desacordo com o que determina a legislação. Portanto, a decisão foi correta. Mas o empreendimento recorreu e ganhou do Tribunal de Justiça 17 dias para colocar a casa em ordem.
SHOPPING III
Esperamos que essas obras emergenciais sejam feitas nesse período, para deixar os frequentadores mais seguros. Após o prazo dado pelo TJ, nova vistoria será feita, para avaliar as condições de segurança. Acredito que a direção do shopping vai se empenhar para atender a solicitação judicial e corrigir todas as falhas apontadas até o prazo estipulado. Pelo menos é isso que se espera.
OBRAS PARADAS
Na última coluna abordei a situação das obras paradas em Limeira. Mencionei a revitalização da praça do Museu, paralisada há cinco meses e as obras do terminal rodoviário, que não tiveram sequência neste ano. No sábado, a Gazeta trouxe matéria sobre a duplicação do anel viário, no trecho entre os bairros Granja Machado e Jardim Anavec, que também está parada há mais de dois meses.
OBRAS PARADAS II
O curioso é que até outubro do ano passado, quando ocorreram as eleições, todas as obras estavam em ritmo acelerado. Mas foi só terminar o processo eleitoral que tudo ficou paralisado. E nenhuma justificativa plausível é dada para a população. Fala-se em burocracia, mudança de governo, mas a arrecadação de impostos na cidade é cada vez maior e, além disso, as obras do anel viário têm repasse de R$ 6,8 milhões do governo estadual.
TRÂNSITO
O trânsito de Limeira está ficando muito complicado, principalmente na região central. Mas o que ocorre é a falta de colaboração de muitos motoristas, que não têm a menor consciência do transtorno que causam aos demais quando estão dirigindo pelas ruas centrais. Eles trafegam no meio da rua impedem a formação de filas duplas de carros, o que ocasionaria uma maior fluidez no trafego. Será que é tão difícil perceber que ao conduzir o carro no meio da rua você impede que o fluxo seja melhor? Tem muita gente que não observa isso.
ESPAÇO
É importante lembrar que a coluna Enfoque é um espaço aberto aos leitores que desejam fazer críticas e comentários sobre assuntos que envolvem a comunidade. As mensagens podem ser encaminhadas pelo e-mail encinas@gazetadelimeira.com.br.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Coluna publicada na edição impressa de 21-02-11
SUJEIRA
Uma das reclamações mais frequentes recebidas pela reportagem na redação da Gazeta é em relação à sujeira depositada em terrenos baldios nos bairros da cidade. O problema é que muitas pessoas, mesmo servidas pela coleta de lixo, feita três vezes por semana, diga-se de passagem, de forma correta pela empresa responsável, acabam jogando todo tipo de lixo e entulho em áreas públicas ou particulares.
PREJUÍZOS
Quem acaba sofrendo as consequências dessa atitude são aqueles que moram próximos aos terrenos baldios. Eles são obrigados a conviver com mau cheiro, proliferação de animais peçonhentos, além do risco de dengue. Ainda mais agora, nessa época de muita chuva, não é difícil a água ficar acumulada em algum recipiente jogado por alguém e virar um criadouro do mosquito transmissor dessa doença.
TRÂNSITO
A situação do trânsito limeirense está cada vez mais complicada no centro da cidade. Em dias de chuva, as dificuldades em transitar pela área central aumentam ainda mais, devido a grande quantidade de pessoas que se deslocam ao comércio e agências bancárias com seus veículos.
DIFICULDADE
Mesmo com as mudanças feitas nos últimos anos, principalmente com a proibição de estacionamento em um dos lados de algumas ruas movimentadas, falta um melhor planejamento para o trânsito do centro da cidade. Não é difícil de imaginar que dentro de poucos anos, o fluxo de veículos pelas ruas centrais vai ficar praticamente impossível. Os responsáveis pelo Departamento de Trânsito precisam estudar alternativas para evitar o caos no trânsito urbano de Limeira.
PONTE PRETA
As últimas chuvas mostraram que um antigo problema não foi resolvido na cidade. Mesmo com a Ponte Preta ficando muitos meses fechada para a construção da nova ponte sobre o ribeirão Tatu, a duplicação daquela passagem não tem um bom escoamento de água. Toda vez que chove a água acumula justamente embaixo da passagem e alguns veículos já ficaram submersos ali. Por que não fizeram uma obra que acabasse com esse problema?
OBRA PARADA
A matéria publicada na última sexta-feira, mostrando que a revitalização da Praça do Museu está parada há cinco meses é um exemplo de que após as eleições, a tendência é reduzir a velocidade das obras. O problema é o desperdício do dinheiro público, pois muitos materiais acabam deteriorados por atos de vandalismo.
OBRA PARADA II
Em Limeira existem outras obras paradas. Como já mencionei neste espaço em janeiro, as obras que estavam sendo realizadas no terminal urbano situado na região da baixada até o final do ano passado continuam paradas. Elas chegaram a ser retomadas em meados de dezembro, mas neste ano não tiveram sequência. Se fosse em ano eleitoral acho que não haveria nenhuma obra parada.
José Antonio Encinas
SUJEIRA
Uma das reclamações mais frequentes recebidas pela reportagem na redação da Gazeta é em relação à sujeira depositada em terrenos baldios nos bairros da cidade. O problema é que muitas pessoas, mesmo servidas pela coleta de lixo, feita três vezes por semana, diga-se de passagem, de forma correta pela empresa responsável, acabam jogando todo tipo de lixo e entulho em áreas públicas ou particulares.
PREJUÍZOS
Quem acaba sofrendo as consequências dessa atitude são aqueles que moram próximos aos terrenos baldios. Eles são obrigados a conviver com mau cheiro, proliferação de animais peçonhentos, além do risco de dengue. Ainda mais agora, nessa época de muita chuva, não é difícil a água ficar acumulada em algum recipiente jogado por alguém e virar um criadouro do mosquito transmissor dessa doença.
TRÂNSITO
A situação do trânsito limeirense está cada vez mais complicada no centro da cidade. Em dias de chuva, as dificuldades em transitar pela área central aumentam ainda mais, devido a grande quantidade de pessoas que se deslocam ao comércio e agências bancárias com seus veículos.
DIFICULDADE
Mesmo com as mudanças feitas nos últimos anos, principalmente com a proibição de estacionamento em um dos lados de algumas ruas movimentadas, falta um melhor planejamento para o trânsito do centro da cidade. Não é difícil de imaginar que dentro de poucos anos, o fluxo de veículos pelas ruas centrais vai ficar praticamente impossível. Os responsáveis pelo Departamento de Trânsito precisam estudar alternativas para evitar o caos no trânsito urbano de Limeira.
PONTE PRETA
As últimas chuvas mostraram que um antigo problema não foi resolvido na cidade. Mesmo com a Ponte Preta ficando muitos meses fechada para a construção da nova ponte sobre o ribeirão Tatu, a duplicação daquela passagem não tem um bom escoamento de água. Toda vez que chove a água acumula justamente embaixo da passagem e alguns veículos já ficaram submersos ali. Por que não fizeram uma obra que acabasse com esse problema?
OBRA PARADA
A matéria publicada na última sexta-feira, mostrando que a revitalização da Praça do Museu está parada há cinco meses é um exemplo de que após as eleições, a tendência é reduzir a velocidade das obras. O problema é o desperdício do dinheiro público, pois muitos materiais acabam deteriorados por atos de vandalismo.
OBRA PARADA II
Em Limeira existem outras obras paradas. Como já mencionei neste espaço em janeiro, as obras que estavam sendo realizadas no terminal urbano situado na região da baixada até o final do ano passado continuam paradas. Elas chegaram a ser retomadas em meados de dezembro, mas neste ano não tiveram sequência. Se fosse em ano eleitoral acho que não haveria nenhuma obra parada.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Coluna publicada na edição impressa do dia 14-02-2011
REDES SOCIAIS
Na última semana vi uma reportagem na TV em que pessoas com problemas após adquirir serviços ou produtos de determinadas empresas estavam com dificuldades para solucionar as falhas. Bastou elas entrarem nas redes sociais e reclamar que estavam sendo prejudicadas que, em pouco tempo, foram contatadas pelas empresas e tiveram seus problemas resolvidos.
REDES SOCIAIS II
Muitas empresas já contrataram consultorias que são responsáveis por “filtrar”, em todas as redes sociais, reclamações que possam prejudicar a imagem delas. Ao detectar qualquer queixa, os consultores acionam a empresa, que faz contato com seu cliente e tenta resolver o problema. É uma tendência que deve inclusive gerar muitos empregos, além de ser mais uma arma para o consumidor se defender.
TRANSPORTE
E falando em redes sociais, a mídia digital também mostrou sua força na última semana. Um leitor da Gazeta, Marcos Lima, enviou e-mail para a Redação alertando que após o recadastramento e da confecção das novas carteirinhas do transporte coletivo, as empresas estavam substituindo o crédito em passes por valores. A Gazeta fez uma reportagem constatando essa mudança, mostrando que os usuários sairiam perdendo após o aumento da tarifa.
TRANSPORTE II
No dia seguinte a Secretaria dos Transportes reuniu-se com representantes das concessionárias e determinou a volta da venda dos bilhetes no transporte coletivo. Essa atitude foi acertada, pois quando alguém compra passes está investindo seu dinheiro antecipadamente numa quantidade que vai utilizar durante o mês. As empresas, por sua vez, podem investir esses valores como quiserem, o que não podem é determinar prazo de validade dos créditos.
TRANSPORTE III
A Prefeitura não ficou nada satisfeita com essa atitude e com as enormes filas de espera – sob sol e chuva – que os aposentados tiveram que enfrentar para o recadastramento promovido pelas viações na última semana. Como punição, é possível que o aumento da tarifa, que estava previsto para o dia 1º de março, seja adiado em algumas semanas. Cabe ao poder público exigir das empresas um melhor atendimento aos usuários e tarifa justa. Se o serviço não for bom, a tarifa não pode ser alta como está sendo solicitado pelas concessionárias.
SINALIZAÇÃO
A sinalização de solo em Limeira continua um problema sério. Apesar de haver uma empresa contratada pela Prefeitura – e muito bem paga, por sinal – para fazer esse serviço, não é difícil encontrar muitas ruas da cidade com a sinalização apagada. Um exemplo são as faixas de pedestres em frente da Estação Rodoviária de Limeira, local de grande movimento. Já faz muito tempo que as faixas pintadas no asfalto naquele ponto estão apagadas, podendo causar atropelamentos.
José Antonio Encinas
REDES SOCIAIS
Na última semana vi uma reportagem na TV em que pessoas com problemas após adquirir serviços ou produtos de determinadas empresas estavam com dificuldades para solucionar as falhas. Bastou elas entrarem nas redes sociais e reclamar que estavam sendo prejudicadas que, em pouco tempo, foram contatadas pelas empresas e tiveram seus problemas resolvidos.
REDES SOCIAIS II
Muitas empresas já contrataram consultorias que são responsáveis por “filtrar”, em todas as redes sociais, reclamações que possam prejudicar a imagem delas. Ao detectar qualquer queixa, os consultores acionam a empresa, que faz contato com seu cliente e tenta resolver o problema. É uma tendência que deve inclusive gerar muitos empregos, além de ser mais uma arma para o consumidor se defender.
TRANSPORTE
E falando em redes sociais, a mídia digital também mostrou sua força na última semana. Um leitor da Gazeta, Marcos Lima, enviou e-mail para a Redação alertando que após o recadastramento e da confecção das novas carteirinhas do transporte coletivo, as empresas estavam substituindo o crédito em passes por valores. A Gazeta fez uma reportagem constatando essa mudança, mostrando que os usuários sairiam perdendo após o aumento da tarifa.
TRANSPORTE II
No dia seguinte a Secretaria dos Transportes reuniu-se com representantes das concessionárias e determinou a volta da venda dos bilhetes no transporte coletivo. Essa atitude foi acertada, pois quando alguém compra passes está investindo seu dinheiro antecipadamente numa quantidade que vai utilizar durante o mês. As empresas, por sua vez, podem investir esses valores como quiserem, o que não podem é determinar prazo de validade dos créditos.
TRANSPORTE III
A Prefeitura não ficou nada satisfeita com essa atitude e com as enormes filas de espera – sob sol e chuva – que os aposentados tiveram que enfrentar para o recadastramento promovido pelas viações na última semana. Como punição, é possível que o aumento da tarifa, que estava previsto para o dia 1º de março, seja adiado em algumas semanas. Cabe ao poder público exigir das empresas um melhor atendimento aos usuários e tarifa justa. Se o serviço não for bom, a tarifa não pode ser alta como está sendo solicitado pelas concessionárias.
SINALIZAÇÃO
A sinalização de solo em Limeira continua um problema sério. Apesar de haver uma empresa contratada pela Prefeitura – e muito bem paga, por sinal – para fazer esse serviço, não é difícil encontrar muitas ruas da cidade com a sinalização apagada. Um exemplo são as faixas de pedestres em frente da Estação Rodoviária de Limeira, local de grande movimento. Já faz muito tempo que as faixas pintadas no asfalto naquele ponto estão apagadas, podendo causar atropelamentos.
José Antonio Encinas
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Coluna publicada na edição impressa na edição de 07-02-11
AMBULÂNCIAS
A coluna Ponto Um, de Roberto Lucato, na última sexta-feira, foi muito clara ao abordar a falta de ambulâncias na cidade e de viaturas para a segurança na zona rural. O texto mostrou que o Ministério Público está tendo que lembrar ao Poder Executivo que, entre todas as decisões a ser tomadas, a proteção à pessoa é a mais importante. E isso tem sido esquecido em alguns momentos na atual administração.
PLANEJAMENTO
Se o prefeito tivesse assumido o cargo nesta gestão, ainda dava para justificar essas falhas como falta de experiência, mas não é o caso. Ele governa a cidade há mais de seis anos e já tem plena consciência de que há necessidade de planejamento para evitar transtornos para a população. Será que não é possível imaginar que as ambulâncias, que são muito usadas em viagens, vão quebrar e precisam de reparos urgentes?
PLANEJAMENTO II
O que dizer então da falta de viaturas da Guarda Municipal e dos agentes de trânsito, nos últimos meses? A mesma coisa. Com o uso contínuo, elas acabam apresentando defeitos e precisam de conserto. Ser um bom administrador público exige planejamento e é exatamente o que está faltando em Limeira. Pelo menos é o que se vê quase diariamente no noticiário da cidade.
BUROCRACIA
Sei que a burocracia no serviço público é grande e muitas obras e serviços não são feitos com rapidez por causa de licitação. Mas com a experiência de seis anos do prefeito, acho que ele poderia ter encontrado uma forma de evitar que esse tipo de problema continuasse afetando a vida das pessoas que residem na cidade.
PREMIAÇÃO
O prefeito foi elogiado e até premiação recebeu, recentemente, por ter acompanhado de perto os estragos das chuvas do mês passado. Mas esse tipo de atitude precisa ser constante. Lembro-me que nos primeiros meses de governo, Félix subiu em ônibus para conferir as dificuldades por que passavam os usuários do transporte coletivo. Pena que isso não se repetiu com frequência e até hoje muitos ainda sofrem com falta de abrigos e ônibus lotados.
RECLAMAÇÕES
Ao contrário de muitos outros ex-prefeitos, Félix não tem esse costume de ir aos bairros, de ouvir as reclamações da população, a não ser em seu programa de rádio, aos sábados pela manhã. Acredito que ele, para evitar os transtornos recentes, poderia acompanhar mais de perto o funcionamento das secretarias. Desta forma saberia como estava a situação das ambulâncias, das viaturas da Guarda Municipal e dos agentes de trânsito. Com certeza, teria ficado irritado e boa parte desse problema já estaria resolvido.
LIÇÃO
Espero que essas “dores de cabeça” por que passou nas últimas semanas tenham servido como lição, para que o final de seu governo não seja marcado por grande descontentamento dos eleitores que o elegeram, com uma votação histórica. Ainda há tempo para mudar muitas coisas.
José Antonio Encinas
AMBULÂNCIAS
A coluna Ponto Um, de Roberto Lucato, na última sexta-feira, foi muito clara ao abordar a falta de ambulâncias na cidade e de viaturas para a segurança na zona rural. O texto mostrou que o Ministério Público está tendo que lembrar ao Poder Executivo que, entre todas as decisões a ser tomadas, a proteção à pessoa é a mais importante. E isso tem sido esquecido em alguns momentos na atual administração.
PLANEJAMENTO
Se o prefeito tivesse assumido o cargo nesta gestão, ainda dava para justificar essas falhas como falta de experiência, mas não é o caso. Ele governa a cidade há mais de seis anos e já tem plena consciência de que há necessidade de planejamento para evitar transtornos para a população. Será que não é possível imaginar que as ambulâncias, que são muito usadas em viagens, vão quebrar e precisam de reparos urgentes?
PLANEJAMENTO II
O que dizer então da falta de viaturas da Guarda Municipal e dos agentes de trânsito, nos últimos meses? A mesma coisa. Com o uso contínuo, elas acabam apresentando defeitos e precisam de conserto. Ser um bom administrador público exige planejamento e é exatamente o que está faltando em Limeira. Pelo menos é o que se vê quase diariamente no noticiário da cidade.
BUROCRACIA
Sei que a burocracia no serviço público é grande e muitas obras e serviços não são feitos com rapidez por causa de licitação. Mas com a experiência de seis anos do prefeito, acho que ele poderia ter encontrado uma forma de evitar que esse tipo de problema continuasse afetando a vida das pessoas que residem na cidade.
PREMIAÇÃO
O prefeito foi elogiado e até premiação recebeu, recentemente, por ter acompanhado de perto os estragos das chuvas do mês passado. Mas esse tipo de atitude precisa ser constante. Lembro-me que nos primeiros meses de governo, Félix subiu em ônibus para conferir as dificuldades por que passavam os usuários do transporte coletivo. Pena que isso não se repetiu com frequência e até hoje muitos ainda sofrem com falta de abrigos e ônibus lotados.
RECLAMAÇÕES
Ao contrário de muitos outros ex-prefeitos, Félix não tem esse costume de ir aos bairros, de ouvir as reclamações da população, a não ser em seu programa de rádio, aos sábados pela manhã. Acredito que ele, para evitar os transtornos recentes, poderia acompanhar mais de perto o funcionamento das secretarias. Desta forma saberia como estava a situação das ambulâncias, das viaturas da Guarda Municipal e dos agentes de trânsito. Com certeza, teria ficado irritado e boa parte desse problema já estaria resolvido.
LIÇÃO
Espero que essas “dores de cabeça” por que passou nas últimas semanas tenham servido como lição, para que o final de seu governo não seja marcado por grande descontentamento dos eleitores que o elegeram, com uma votação histórica. Ainda há tempo para mudar muitas coisas.
José Antonio Encinas
Assinar:
Postagens (Atom)


